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Software que evolui com o negócio.

Engenharia para

  • Software que evolui com o negócio. Engenharia para produtos digitaisProduct engineering do MVP à escala, com âmbito claro e entregas frequentes.
  • Software que evolui com o negócio. Engenharia para modernização de legadoMigração e modernização de sistemas sem interromper a operação.
  • Software que evolui com o negócio. Engenharia para integração de plataformasLigar sistemas, dados e APIs numa plataforma coerente.
  • Software que evolui com o negócio. Engenharia para workflows com IAIA generativa e agentic aplicada a casos de uso reais do negócio.

Desenvolvemos software à medida, modernizamos aplicações e integramos plataformas, com engenharia preparada para entrar em produção e continuar a evoluir.

  • Desde 2007
  • ISO 9001:2015
  • Seis capacidades de engenharia
  • Construir e evoluir

Business Outcomes

Onde criamos valor

Ajudamos empresas a lançar produtos mais rápido, modernizar sistemas críticos, integrar plataformas e adotar IA de forma prática. Cada resultado abaixo corresponde a uma capacidade concreta — não a uma promessa genérica.

  • 01Construir

    Lançar mais rápido

    Entrega de produtos digitais e aplicações de negócio com processos estruturados e componentes reutilizáveis.

    • Full-Stack
    • MVP
    • SaaS
  • 03Evoluir

    Ligar sistemas

    Integração de plataformas, APIs e fontes de dados para automatizar processos e centralizar informação.

    • API Integration
    • iPaaS
    • Data Pipelines
  • 04Construir

    IA com propósito

    Aplicação de IA generativa em casos de uso concretos: automação, assistentes e processamento de dados.

    • LLM Integration
    • Copilots
    • Automation
  • 05Construir

    Preparado para crescer

    Soluções desenhadas para suportar crescimento, com arquitetura sólida e manutenção simplificada.

    • Architecture
    • Performance
    • Security
  • Business Outcomes

    Não se revê em nenhum destes?

    Descreva o objetivo de negócio e o estado atual dos sistemas. Identificamos o percurso — construir, modernizar ou integrar — e a capacidade que lhe responde, antes de falar de tecnologia.

    Descrever o objetivo

O ganho concreto depende do ponto de partida de cada organização — do estado dos sistemas, dos dados disponíveis e das decisões que já foram tomadas. É isso que avaliamos antes de propor qualquer coisa.

Serviços

As nossas capacidades de engenharia

Práticas de engenharia comprovadas combinadas com tecnologias emergentes, para entregar software seguro, escalável e alinhado com o negócio. Escolha uma capacidade para ver o que inclui, quando faz sentido e o que fica no fim.

Construir

Percurso · Construir

Product Engineering

Construir produtos digitais robustos, do conceito ao deployment, combinando pensamento de produto, arquitetura moderna e engenharia de software end-to-end.

O que inclui

  • Descoberta de produto: problema, utilizadores, âmbito da primeira versão.
  • Arquitetura aplicacional, modelo de dados e desenho de APIs.
  • Desenvolvimento full-stack, web e mobile, com entregas frequentes.
  • Testes automatizados, revisão de código e pipeline de deployment.

Quando faz sentido

  • Existe um produto ou aplicação de negócio para construir de raiz.
  • É preciso validar rapidamente uma primeira versão sem hipotecar o futuro.
  • A solução vai crescer, e a arquitetura da v1 tem de aguentar a v3.

O que fica no fim

  • Aplicação em produção, com o código e a documentação entregues.
  • Pipeline de build, testes e deployment.
  • Backlog priorizado para as iterações seguintes.

Tecnologias e práticas

  • Full-Stack
  • MVP
  • Plataformas SaaS

Entregue frequentemente com

Perfis envolvidos

  • Development
  • Architecture
  • QA & Testing
  • Management

Percurso · Construir

Generative AI Solutions

Incorporar IA generativa em aplicações, workflows e ferramentas internas para melhorar produtividade, suporte à decisão, acesso ao conhecimento e experiência do utilizador.

O que inclui

  • Integração de modelos de linguagem em aplicações e processos existentes.
  • Assistentes e copilots sobre o conhecimento interno da organização.
  • Geração e transformação de conteúdo dentro de fluxos de trabalho.
  • Avaliação do caso de uso: onde a IA acrescenta valor e onde não acrescenta.

Quando faz sentido

  • Há trabalho repetitivo de leitura, redação ou pesquisa a consumir tempo às equipas.
  • O conhecimento existe, mas está disperso e é difícil de encontrar.
  • Quer testar IA num caso de uso concreto antes de investir em escala.

O que fica no fim

  • Caso de uso implementado e integrado nas ferramentas que a equipa já usa.
  • Critérios de avaliação da qualidade das respostas.
  • Pontos de supervisão humana definidos no fluxo.

Tecnologias e práticas

  • Integração LLM
  • Copilots
  • Geração de Conteúdo

Entregue frequentemente com

Perfis envolvidos

  • Data & AI
  • Development
  • Architecture

Onde termina o âmbito

Construímos a solução; não garantimos a exatidão do que um modelo gera. O desenho inclui sempre validação humana nos pontos em que a decisão tem consequência.

Data & AI

Percurso · Construir

Agentic AI Solutions

Desenhar e implementar agentes capazes de lidar com tarefas multi-passo, orquestrar workflows, interagir com sistemas e suportar níveis mais elevados de automação.

O que inclui

  • Desenho do fluxo: que passos o agente executa, e onde pára para pedir decisão.
  • Orquestração multi-agente e coordenação entre tarefas.
  • Ligação a sistemas e APIs, com permissões e limites explícitos.
  • Registo de ações para que o que foi feito seja auditável.

Quando faz sentido

  • Um processo tem muitos passos manuais encadeados entre vários sistemas.
  • As regras do processo são conhecidas e podem ser explicitadas.
  • Existe apetite para automatizar de forma progressiva, com supervisão.

O que fica no fim

  • Workflow automatizado sobre um âmbito definido.
  • Pontos de aprovação humana e limites de atuação do agente.
  • Registo das ações executadas.

Tecnologias e práticas

  • Multi-Agent
  • Orquestração
  • Workflows Autónomos

Entregue frequentemente com

Perfis envolvidos

  • Data & AI
  • Development
  • Architecture

Onde termina o âmbito

Automação progressiva, com supervisão humana e âmbito definido — não operação autónoma sem acompanhamento. Os limites do agente são desenhados e acordados antes de qualquer ligação a sistemas produtivos.

Data & AI

Evoluir

Percurso · Evoluir

Legacy Migration and Modernization

Transformar aplicações e plataformas desatualizadas em ambientes escaláveis, seguros e manuteníveis, mais adaptados às necessidades atuais e futuras do negócio.

O que inclui

  • Avaliação do landscape aplicacional: o que existe, o que é crítico, o que pode sair.
  • Estratégia de modernização por aplicação: refactoring, replatforming ou substituição.
  • Migração para cloud e reescrita faseada de componentes.
  • Racionalização: reduzir o número de sistemas antes de os evoluir.

Quando faz sentido

  • A manutenção do sistema atual consome mais do que a evolução.
  • A tecnologia limita o que o negócio quer fazer a seguir.
  • Há dezenas de aplicações a fazer trabalho sobreposto.

O que fica no fim

  • Mapa do landscape aplicacional e prioridades de modernização.
  • Plano faseado, com a operação a continuar durante a transição.
  • Componentes migrados e sistema legado desativado de forma controlada.

Tecnologias e práticas

  • Cloud Migration
  • Refactoring
  • Replatforming

Entregue frequentemente com

Perfis envolvidos

  • Development
  • Architecture
  • Cloud & DevOps
  • Enterprise

Onde termina o âmbito

Modernizamos e migramos as aplicações. A operação continuada da infraestrutura que as suporta — monitorização, gestão de incidentes, continuidade — é o âmbito de IT Core Services.

IT Core Services

Percurso · Evoluir

Connected Platform Services

Ligar sistemas, APIs e fontes de dados para criar workflows unificados, visibilidade transversal e maior eficiência operacional em toda a organização.

O que inclui

  • Desenho e desenvolvimento de APIs, e gestão do seu ciclo de vida.
  • Integração entre sistemas empresariais, incluindo plataformas iPaaS.
  • Pipelines de dados entre aplicações e repositórios analíticos.
  • Automação de processos que hoje atravessam sistemas manualmente.

Quando faz sentido

  • A mesma informação é introduzida em mais do que um sistema.
  • Não há uma visão única de um cliente, de um processo ou de um ativo.
  • Um processo de negócio depende de exportações e ficheiros trocados à mão.

O que fica no fim

  • Integrações em produção, documentadas e monitorizáveis.
  • Contratos de API e mapeamentos de dados entre sistemas.
  • Processo automatizado, com tratamento de erros definido.

Tecnologias e práticas

  • API Integration
  • iPaaS
  • Data Pipelines

Entregue frequentemente com

Perfis envolvidos

  • Development
  • Architecture
  • Enterprise
  • Data & AI

Onde termina o âmbito

Construímos as integrações e os pipelines. O desenho da plataforma analítica, a governação dos dados e os modelos que os exploram são o âmbito de Data & AI.

Data & AI

Transversal

Percurso · Transversal

Pre-Built AI Accelerators

Reduzir o tempo até ao primeiro resultado através de frameworks reutilizáveis, componentes pré-configurados e padrões de implementação já testados em casos de uso comuns de IA.

O que inclui

  • Componentes reutilizáveis para casos de uso recorrentes de IA.
  • Padrões de integração já testados, em vez de arquitetura de raiz.
  • Ambiente de arranque para experimentar antes de comprometer investimento.

Quando faz sentido

  • Quer ver a IA a funcionar sobre o seu contexto antes de decidir o âmbito.
  • O caso de uso é comum e não justifica construir tudo de novo.
  • É preciso uma base para uma prova de conceito com caminho para produção.

O que fica no fim

  • Caso de uso a funcionar sobre dados e contexto reais da organização.
  • Avaliação do que resulta, do que não resulta e do que falta.
  • Caminho definido entre a prova de conceito e a produção.

Tecnologias e práticas

  • Frameworks
  • Templates
  • Deploy Rápido

Entregue frequentemente com

Perfis envolvidos

  • Data & AI
  • Development
  • Cloud & DevOps

Onde termina o âmbito

Aceleradores encurtam o arranque; não substituem a fase de decisão. O que é reutilizável é o padrão de implementação, não a solução final — essa é sempre adaptada ao contexto.

Nas capacidades de IA, o âmbito é sempre um caso de uso definido, com supervisão humana sobre o que o sistema decide e escreve. Não publicamos garantias de exatidão, nem prometemos operação autónoma sem acompanhamento.

Quick Start

Pontos de partida estruturados

Para organizações que querem avançar com âmbito definido e menor exposição a risco: entradas curtas e delimitadas que ajudam a validar prioridades, definir âmbito e acelerar a execução — antes de um compromisso maior.

  • 01Construir

    AI Opportunity Assessment

    Identificar casos de uso práticos de IA, avaliar maturidade, priorizar oportunidades e definir um roadmap alinhado com valor de negócio.

    Adequado quandoExistem várias ideias de IA na organização e é preciso decidir por onde começar.

    O que fica no fim

    • Casos de uso identificados e priorizados.
    • Leitura da maturidade atual.
    • Roadmap com uma primeira iteração recortada.
  • 02Evoluir

    Legacy Modernization Assessment

    Avaliar aplicações existentes, dívida técnica e prioridades de modernização para suportar um plano de transformação estruturado.

    Adequado quandoO sistema atual limita o negócio, mas não é claro o que mexer primeiro.

    O que fica no fim

    • Inventário aplicacional e leitura da dívida técnica.
    • Prioridades de modernização.
    • Plano faseado com dependências identificadas.
  • 03Evoluir

    Integration & Automation Blueprint

    Mapear sistemas, workflows e dependências para definir uma arquitetura pragmática de integração e automação.

    Adequado quandoA informação está dispersa e os processos atravessam sistemas que não comunicam.

    O que fica no fim

    • Mapa de sistemas, fluxos e dependências.
    • Arquitetura de integração proposta.
    • Sequência de automação por processo.
  • 04Construir

    MVP Fast-Track

    Desenhar e entregar rapidamente uma primeira versão focada de um produto ou aplicação de negócio, com um caminho claro para escalar.

    Adequado quandoExiste uma ideia validada e é preciso pô-la à frente de utilizadores reais.

    O que fica no fim

    • Âmbito da primeira versão, recortado e acordado.
    • Produto funcional em ambiente real.
    • Caminho de evolução para as versões seguintes.
  • 05Construir

    Knowledge Assistant / Copilot Starter

    Lançar um assistente interno com IA para melhorar o acesso a informação, reduzir trabalho repetitivo e apoiar as equipas.

    Adequado quandoO conhecimento interno existe, mas está disperso e demora a encontrar.

    O que fica no fim

    • Assistente a funcionar sobre fontes de conhecimento definidas.
    • Critérios de avaliação das respostas.
    • Pontos de supervisão humana no fluxo.
  • Quick Start

    Não sabe qual escolher?

    Descreva o contexto e sugerimos o ponto de partida adequado — ou dizemos que nenhum é necessário e que se pode avançar já para a execução.

    Discutir o seu caso

A duração e o formato de cada ponto de partida dependem do âmbito e do contexto — não publicamos durações nem preços padrão. O que fica acordado antes de começar é o que vai ser analisado e o que vai ser entregue no fim.

Metodologia

Como entregamos

Um processo claro, do levantamento inicial à entrega em produção — e à evolução que vem depois.

  1. 01 · Discover

    Perceber o problema antes de escrever código

    Levantamento de requisitos, contexto técnico e objetivos. O que existe, o que é crítico, o que tem mesmo de estar na primeira versão.

    Sai desta fase

    • Objetivos e critérios de sucesso
    • Âmbito da primeira entrega
    • Riscos e dependências
  2. 02 · Design

    Decidir a arquitetura com os olhos no que vem depois

    Arquitetura, planeamento e roadmap de entrega. As decisões estruturantes tomam-se aqui, quando ainda são baratas de mudar.

    Sai desta fase

    • Arquitetura e modelo de dados
    • Roadmap de entrega
    • Decisões técnicas documentadas
  3. 03 · Build

    Entregar em iterações, não numa única revelação

    Desenvolvimento iterativo com entregas frequentes, testes automatizados e revisão de código como parte do trabalho — não como uma fase no fim.

    Sai desta fase

    • Incrementos funcionais
    • Testes automatizados
    • Pipeline de build e deployment
  4. 04 · Integrate

    Ligar ao ecossistema que já existe

    Ligação com sistemas e plataformas existentes. É aqui que a maioria dos projetos descobre o que não sabia — por isso não deixamos esta fase para o fim.

    Sai desta fase

    • Integrações em produção
    • Contratos de API documentados
    • Tratamento de erros definido
  5. 05 · Scale

    A entrega não é o fim do trabalho

    Otimização e evolução contínua da solução, com base no que o uso real revela. O software passa a ser um ativo mantido, não um projeto encerrado.

    Sai desta fase

    • Melhorias de performance
    • Backlog de evolução
    • Transição para quem vai operar

O ritmo, a duração e o número de iterações dependem do âmbito acordado — não publicamos durações padrão. O que é constante é a sequência: descobrir antes de desenhar, desenhar antes de construir, e integrar antes de considerar a entrega feita.

Depois de entrar em produção

Quem opera a solução no dia-a-dia — monitorização, incidentes, continuidade — pode ser a equipa interna do cliente ou a Shore, através de IT Core Services. Essa decisão faz parte da fase de transição, não é uma surpresa no fim.

Ver IT Core Services

Diferenciação

Porquê a Shore para desenvolvimento

Rigor de engenharia, capacidade de modernização, conhecimento de integração e IA aplicada — para resolver desafios de negócio com execução prática.

O que sustenta isto

  • Uma empresa portuguesa de IT Services desde 2007.
  • Sistema de gestão da qualidade certificado ISO 9001:2015.
  • Centros de Excelência dedicados a SAP, Microsoft, Oracle, MuleSoft e engenharia AI-native.
  • Entrega em setores com exigências elevadas de continuidade — saúde, logística, mobilidade, setor público.
  1. 01

    Engenharia com foco no negócio

    Não construímos tecnologia isoladamente. Desenhamos e entregamos soluções alinhadas com prioridades operacionais e estratégicas reais.

  2. 02

    IA aplicada com propósito

    Usamos IA onde acrescenta valor ao trabalho concreto das equipas, não como uma camada superficial ou um exercício de marketing. Quando não acrescenta, dizemo-lo.

  3. 03

    Modernização sem disrupção

    Ajudamos a evoluir ambientes legados de forma controlada e faseada, com a operação a continuar a correr durante a transição.

  4. 04

    Pensamento orientado à integração

    Software só cria valor quando se liga efetivamente ao ecossistema à volta. Tratamos a integração como parte do desenho, não como um problema do fim.

  5. 05

    Execução pragmática

    Disciplina de entrega, profundidade técnica e foco no que produz valor primeiro — para passar do conceito à implementação sem que o projeto se perca no caminho.

A nossa equipa

Quem entrega, e em que disciplinas

Uma equipa de entrega compõe-se com as disciplinas que o projeto precisa — não com um perfil isolado. Estas são as disciplinas com que trabalhamos, e os perfis dentro de cada uma.

6 perfis encontrados

  • Development

    6 perfis

    Developers full-stack, frontend, backend e mobile, para as principais stacks tecnológicas.

    • Full-Stack Developer

      • React
      • Angular
      • Vue
      • .NET
      • Java
      • Node.js
    • Frontend Developer

      • React
      • Angular
      • Vue
      • TypeScript
      • Next.js
      • Tailwind
    • Backend Developer

      • .NET
      • Java
      • Node.js
      • Python
      • Go
      • Microservices
    • Mobile Developer

      • React Native
      • Flutter
      • Swift
      • Kotlin
      • Xamarin
    • Low-Code Developer

      • Power Apps
      • OutSystems
      • Mendix
      • Appian
    • API Developer

      • REST
      • GraphQL
      • gRPC
      • API Gateway
      • OpenAPI

Os perfis são compostos em função do projeto e o onboarding é alinhado com os standards do cliente. Não publicamos dimensões de equipa nem alocações padrão — dependem do âmbito acordado.

Procura um perfil individual?

Se o que precisa é reforçar a sua equipa com um ou mais especialistas, sob a sua gestão, o serviço adequado é IT Skills & Talent — não este.

Ir para IT Skills & Talent

Procura uma equipa que entregue o projeto?

Se o que precisa é que a Shore assuma a entrega de um produto, uma modernização ou uma integração, com responsabilidade sobre o resultado, está no sítio certo.

Falar sobre o projeto

Centros de Excelência

Especialização nas plataformas onde o software empresarial vive

Quando o projeto assenta numa plataforma empresarial, a diferença está em quem já a conhece por dentro. Estes são os nossos centros dedicados.

  • SAPS/4HANA & BTP

    Implementação e migração SAP S/4HANA, desenvolvimento na Business Technology Platform e integração de processos empresariais.

    • S/4HANA
    • BTP
    • Integração de processos
  • MicrosoftPower Apps

    Desenvolvimento low-code de aplicações empresariais, automação de processos com Power Automate e dashboards Power BI.

    • Power Apps
    • Power Automate
    • Power BI
  • Oracle ModernizationAPEX

    Desenvolvimento rápido de aplicações web empresariais com Oracle APEX, integração com bases de dados Oracle e modernização de sistemas legados.

    • Oracle APEX
    • Bases de dados Oracle
    • Modernização de legado
  • MuleSoftIntegration Platform

    Arquitetura de APIs, integração de sistemas empresariais e estratégias de conectividade com a plataforma Anypoint.

    • Arquitetura de APIs
    • Anypoint
    • Conectividade empresarial
  • AI-nativeEngineering

    Desenvolvimento de soluções com IA generativa, machine learning aplicado e engenharia de software potenciada por inteligência artificial.

    • IA generativa
    • Machine learning
    • Engenharia potenciada por IA
  • Centros de Excelência

    Não sabe qual centro escolher?

    Descreva a plataforma, o contexto e o objetivo. Identificamos o Centro de Excelência mais adequado ou reunimos as competências certas quando o desafio atravessa mais do que um.

    Partilhar o contexto

Os Centros de Excelência descrevem a prática da Shore nestas plataformas — competências, projetos e equipas dedicadas. Não representam, por si, um estatuto formal de parceria com os fabricantes.

Casos de entrega

O que já entregámos

Exemplos representativos de como ajudámos organizações a resolver desafios complexos, através de desenvolvimento à medida, modernização e IA aplicada.

Saúde

Modernização da operação no terreno

Plataforma cloud e mobile para maior controlo operacional e melhor coordenação de equipas.

Desafio

Uma organização do setor da saúde dependia de um sistema gerido por terceiros que limitava a agilidade operacional, dificultava a gestão de equipas e impedia a centralização de informação crítica em tempo real.

O que a Shore fez

A Shore desenhou e implementou uma nova plataforma, com aplicação mobile e arquitetura assente em Azure, que passou a suportar o controlo da operação no terreno e a centralizar a informação crítica num único ponto — substituindo a dependência do sistema gerido por terceiros.

Capacidades envolvidas

  • Product Engineering
  • Legacy Migration and Modernization

Tecnologias e práticas

  • Azure
  • Mobile App
  • Cloud Platform
  • Operations Management
  • Product Engineering

Indicadores

Indicadores quantitativos em validação interna — não publicados.

A descrição de cada caso — o desafio, o que foi construído e o que mudou na operação — é publicada. Os indicadores quantitativos associados a estes projetos (ganhos de esforço, prazos de go-live, número de aplicações consolidadas) estão em validação interna e não são publicados sem método de medição, período e aprovação do cliente. Os clientes não são identificados.

Próximo passo

Tem um projeto em mente?

Descreva o que quer construir ou evoluir. Se ainda estiver em aberto, comece por um dos pontos de partida estruturados — é assim que a maioria dos projetos começa.

Ver pontos de partida